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Por que encolhemos?

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É comum os pais dizerem para seus filhos que não é a vovó quem está encolhendo, mas sim eles que estão crescendo e ficando cada vez mais altos. Pode ser uma resposta simpática para uma pergunta tão recorrente, mas a verdade é que sim, nós encolhemos ao passar dos anos. Esse fenômeno é natural e faz parte do processos de envelhecimento dos seres humanos. O organismo vai se modificando, desde os tecidos, que se tornam menos flexíveis, com perda de fluidos e hormônios, até a perda de força e estrutura de músculos e ossos. Esse fenômeno é conhecido como senescência, a biologia do envelhecimento. Acredita-se que até o efeito da gravidade contribui para esse encolhimento.

Segundo o ortopedista, independente da idade, mesmo pela manhã os nossos ossos ficam menores, devido a perda de líquido durante a noite de sono. Uma pesquisa realizada recentemente na Alemanha, com 1200 adultos, com uso de raio-X e outros exames, permitiu a construção de um banco de dados sobre o que acontece com a altura dos discos e a forma da coluna vertebral com a chegada à terceira idade. Essa pesquisa traz uma polêmica para o centro das atenções: há uma redução dos discos que ficam entre os ossos ou a altura dos discos aumenta com a idade? A diminuição da estatura é causada pelo fato de os ossos ficarem mais comprimidos?

A pesquisa revelou que os discos da parte baixa das costas, da lombar, aumentaram de altura até as pessoas atingirem 70 anos, em ambos os sexos. Ao mesmo tempo, a principal parte das vértebras ficou menor com a idade. O centro dos ossos aparentava ter baixado seu nível de propriedades. A parte superior de cada osso sofreu alteração em sua densidade, passou a ter massa mais reduzida se comparada com a inferior. A concavidade aumentou em toda a extensão.

Essa pesquisa indica que o encolhimento é provocado pelas mudanças nos ossos mesmo e não nos discos entre eles. A coluna vertebral é formada por várias vértebras, que são ligadas por articulações, os chamados discos intervertebrais. Esses discos são constituídos de material fibroso (ânulo fibroso) e gelatinoso (núcleo pulposo) que desempenham a função de amortecedores e são responsáveis pela mobilidade. O que diminui de tamanho são as vértebras, que sobrepõem-se umas às outras, integrando o canal vertebral.


Dores do Home Office

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Quem trabalha em casa, precisa se adequar para não sofrer problemas da coluna, esse foi o tema da matéria do RJ TV, exibida no dia 15 de fevereiro de 2021.

Quem trabalha em casa, precisa se adequar para não sofrer problemas da coluna, esse foi o mote da matéria do RJ TV, exibida no dia 15 de fevereiro de 2021. Dr. Haim Malleh, reumalotogista e coordenador do médico do CREB, relata um aumento de 60%, desde março de 2020, no atendimento de pacientes alegando dores nas costas, pela inadequação do home office. O médico dá dicas de postura, ergonomia e exercícios profiláticos, e em caso de dor, orienta procurar um especialista.


Dor crônica incapacitante pode trazer tristeza e até depressão

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Dor crônica incapacitante pode trazer tristeza e até depressão. CREB oferece aconselhamento psicológico para seus pacientes

“As dores muitas vezes tornam-se um impeditivo para a realização de tarefas do dia a dia e também impedem a pessoa de aproveitar suas horas de lazer. Esse quadro gera tristeza, e esse paciente precisa ser ouvido, precisa desabafar e falar disso. Ninguém gosta de sentir dor. Há aqueles que ficam de mau humor, tem quem se cale, quem prefira se reclusar e há, também, quem tente tocar seu dia a dia. Mas a dor crônica, incapacitante, pode trazer tristeza e até depressão”.

O alerta é da psicóloga Daniela Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ela, o desânimo e a tristeza provenientes da dor crônica podem até mesmo agravar o caso clínico do paciente. E é justamente por isso que a clínica oferece para seus pacientes, gratuitamente, aconselhamento psicológico. Trata-se da única clínica de reumatologia, fisiatria e ortopedia que disponibiliza esse serviço, ampliando o tratamento de seus pacientes.

“Ao chegar ao consultório médico, na maior parte das vezes a primeira atitude do paciente é pedir-lhe que elimine esse sintoma. Como tratamos de pessoas que estão com dor, e a dor fragiliza e nos traz certa tristeza, queremos entender a pessoa como um todo – com seu corpo e alma. Criamos nesse serviço de psicologia um espaço de escuta, atenção e acolhimento, onde a psicóloga está disponível para escutar todos os que tiverem demanda de qualquer tipo de sofrimento”, explica a psicóloga. O objetivo, diz Daniela, é focar em questões emergenciais do paciente que não necessariamente precisa de um acompanhamento psicológico prolongado. “Por meio de um processo terapêutico, ele poderá compreender melhor sua situação, se responsabilizando, para assim fazer escolhas, buscando viver melhor”, finaliza.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619